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Pesquisa aponta que setor da alimentação perderá mais de R$ 177 bilhões em 2020

Levantamento foi realizado pela Pesquisa IPC Maps, empresa especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 25 anos

Gastos com alimentos fora do lar em 2020 deve ser de R$ 192,8 bi contra R$ 226,4 bi em 2019 (Foto: Getty Images)

 

Pelo o que tudo indica, o ano de 2020, realmente, não será um dos melhores para o setor da alimentação em decorrência da crise social e econômica gerada pela atual pandemia de Covid-19.

 

De acordo com recente levantamento divulgado pela Pesquisa IPC Maps, empresa especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 25 anos, até o final deste ano, o mercado food service irá sofrer uma queda de 22% em suas receitas em comparação ao ano passado.

 

Conforme a pesquisa, que é apenas um recorte do estudo IPC Maps, enquanto os gastos com alimentos e bebidas, tanto no domicílio quanto fora dele, chegaram a R$ 806,7 bilhões no ano passado, a projeção para 2020 é de que caiam para R$ 629,5 bilhões.

 

Já a análise do consumo de alimentos e bebidas especificamente fora do domicílio apresenta cenário similar, com um declínio de 14,8%. O estimado é que os brasileiros irão gastar em 2020 R$ 192,8 bilhões (4,7% do orçamento), contra R$ 226,4 bilhões em 2019 (5,2% do orçamento).

 

Em entrevista à Rede Food Service, Marcos Pazzini, responsável pelo estudo IPC MAPS, avaliou que “o brasileiro mudou seus hábitos de consumo durante a quarentena por não poder (ou não querer) sair de casa, com medo de ser infectado com o vírus do Coronavírus. Além dessa mudança de hábito, muitas empresas que trabalham com produtos alimentícios e bebidas tiveram que ficar com as portas fechadas, atendendo (no máximo) pedidos para entrega via delivery. Foi um período longo para ficar com o negócio paralisado/fechado e as consequências foram desde o fechamento de um número grande de empresas do segmento até a mudança dos hábitos de consumo da população, que tendem a demorar ainda um período razoável, para voltar à normalidade”, alerta.

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