Para o Chef Beethoven Picuí, cozinha nunca foi apenas um lugar para preparar alimentos, tendo, desde sempre, o significado da melhor forma de contar histórias, preservar memórias e transformar cultura em experiência.
À frente de uma trajetória construída entre tradição familiar, a cozinha de fogo e o empreendedorismo, o Chef conseguiu consolidar o seu nome no food service brasileiro por meio da junção de gastronomia, gestão e hospitalidade.
Atualmente com 43 anos, formado em Gastronomia e pós-graduado em Cozinha Brasileira, Picuí atua não apenas como Chef de Cozinha, mas também como assador, empresário, mentor e gestor de processos no setor de alimentação. E, em entrevista exclusiva à Rede Food Service, revela como construiu uma trajetória que une técnica, gestão e identidade com foco em mostrar que a culinária nordestina pode ocupar qualquer mesa do mundo sem perder a sua essência.
De acordo com o Chef Beethoven Picuí, o seu trabalho hoje em dia envolve desenvolvimento de produtos, eventos, experiências gastronômicas, consultorias, treinamentos e projetos que têm como principal inspiração a culinária nordestina. Mas, antes de se tornar conhecido pela carne de sol, pela brasa e pelas experiências com fogo, Picuí teve a sua primeira grande escola dentro do Recanto do Picuí, restaurante familiar em que cresceu acompanhando a rotina real de uma operação gastronômica.
E foi nesse ambiente que aprendeu que um restaurante não é formado apenas por prato e que existe uma cadeia completa que engloba pessoas, processos, atendimento, fornecedores, custos e relacionamento com o cliente. “O meu contato com o food service começou muito cedo, dentro do Recanto do Picuí. Eu cresci vendo um restaurante acontecer de verdade: cozinha em movimento, salão cheio, atendimento, compra, produção, equipe, cliente e a responsabilidade de manter padrão todos os dias”, relata Picuí.
O Chef Beethoven Picuí partilha também que essa vivência foi fundamental para construir a sua ampla visão profissional. “O Recanto foi a minha primeira grande escola. Antes mesmo de estudar Gastronomia, eu já entendia que restaurante não é apenas cozinhar. É receber bem, cuidar de gente, liderar equipe, controlar custo, resolver problemas e fazer com que o cliente queira voltar”, salienta.
Com essa bagagem, ao longo dos anos, Picuí transformou essa base em uma carreira que reúne diferentes frentes de atuação. Entre restaurantes, catering, consultorias, mentorias e projetos internacionais, ele frisa que busca mostrar que a gastronomia nordestina possui técnica, história e potencial para conquistar novos espaços. “Eu não me enxergo apenas como Chef. A cozinha é a ferramenta que eu encontrei para contar história, valorizar cultura, criar experiências e construir negócios com verdade”, pontua.
LOGO, QUE TAL CONHECER MAIS SOBRE A TRAJETÓRIA PROFISSIONAL DE BEETHOVEN PICUÍ?
É só conferir na sequência:
- QUEM É BEETHOVEN PICUÍ?
- AS ORIGENS NO RECANTO DO PICUÍ
- A COZINHA DE FOGO COMO IDENTIDADE
- EMPREENDEDORISMO, HOSPITALIDADE E GESTÃO
- O NORDESTE QUE ATRAVESSA FRONTEIRAS
- RECOMEÇOS QUE MOLDARAM A SUA TRAJETÓRIA
- O LEGADO DE BEETHOVEN PICUÍ
- VISÃO DO MERCADO FOOD SERVICE
- DICAS PARA QUEM QUER SER CHEF TRANSFORMADOR DE CULTURA EM NEGÓCIOS
QUEM É BEETHOVEN PICUÍ?
Casado com Isabel Alencar desde 2001 e pai de Maria Isabel e José Líbio Neto, Picuí, além de Chef, é cozinheiro, empresário, assador, consultor, educador e, principalmente, alguém que transformou a sua própria história em propósito profissional. “Sou um homem de origem simples, muito ligado à família, à história do pai, dos avós e da terra de onde veio. Sou alguém que aprendeu cedo que a vida não entrega nada pronto e que recomeçar também é uma forma de vencer. A minha família é meu ponto de equilíbrio. É ela que me lembra porque eu trabalho tanto. Por isso, eu tento estar presente, de verdade, nos momentos em que estou com eles e faço o possível para que os meus filhos entendam que tudo o que construo também carrega um pouco deles”, se apresenta.
Já estritamente sobre o seu lado profissional, o Chef Beethoven Picuí diz que “sou a continuação disso tudo já dito. Sou um profissional que transformou memória em trabalho, trabalho em negócio e negócio em propósito. Eu não separo muito um do outro. A minha cozinha tem muito da minha história. Tem saudade, luta, fogo, família, Nordeste e vontade de mostrar que a nossa cultura merece respeito em qualquer lugar do mundo”, alega.
AS ORIGENS NO RECANTO DO PICUÍ
A história profissional de Picuí começou antes mesmo da sua formação acadêmica. O restaurante da família, chamado Recanto do Picuí e localizado em Recife, foi o espaço onde ele aprendeu, na prática, os fundamentos do food service. Inclusive, foi lá que ele acompanhou todos os setores de uma operação gastronômica e entendeu que o sucesso de um negócio de alimentação fora do lar depende de muito mais do que sabor. “Aprendi tudo acompanhando cozinha, salão, atendimento, gestão, equipe, fornecedores, compra, desperdício, margem e comportamento do cliente. Eu trabalhei por quase uma década lá e foi uma fase fundamental para entender que gastronomia não se sustenta apenas com talento culinário. Ela precisa de processo, liderança, disciplina e visão de negócio”, assinala.
Depois disso, Picuí passou por uma etapa de recomeço na sua carreira com eventos, churrasco e food truck. Em seguida, criou o Quintal do Picuí, também no Recife. “O Quintal foi uma etapa muito importante de amadurecimento. Foi uma casa que nos permitiu entender ainda mais a força da experiência, da identidade e da hospitalidade. Esse restaurante não foi apenas um restaurante. Ele foi um estágio necessário para chegarmos à Vila Carmela by Picuí, em Juazeiro do Norte. A Vila Carmela nasce com uma visão mais ampla: ser uma casa de hospitalidade, experiência, cultura, serviço e gastronomia. É uma casa pensada para receber, emocionar e fazer com que cada pessoa se sinta parte daquele ambiente”, resume.
O Chef Beethoven Picuí acrescenta que “com o tempo, eu fui encontrando a minha identidade no churrasco e na cozinha de fogo. Hoje, a minha especialidade está na carne de sol, na brasa, na defumação, no fogo de chão, na parrilla, nas cocções lentas e no entendimento de cada corte, do sal, da fumaça, do tempo e da temperatura. Eu gosto de trabalhar com o fogo como técnica, mas também como linguagem. O fogo transforma o ingrediente, cria aroma, textura, memória e experiência. Foi nesse encontro entre a tradição da carne de sol, a cultura nordestina e as técnicas de churrasco que eu fui construindo o meu caminho como Chef e assador”, detalha.
A COZINHA DE FOGO COMO IDENTIDADE
Ao longo da sua carreira, Picuí encontrou no fogo a linguagem que melhor representa a sua história. Mais do que uma técnica culinária, a brasa se tornou uma forma de expressão para ele, já que o conecta com memória, território e cultura.
Assim, a sua especialidade como Chef passa pela carne de sol, churrasco, parrilla, defumação, fogo de chão e pelas cocções lentas, sempre respeitando o tempo e as características de cada ingrediente. Para ele, trabalhar com fogo significa compreender transformação. “Eu gosto de trabalhar com o fogo como técnica, mas também como linguagem. O fogo transforma o ingrediente, cria aroma, textura, memória e experiência”, afirma.
Vale realçar que essa relação com a brasa ajudou Picuí a construir uma identidade própria dentro da gastronomia ao unir a tradição nordestina com técnicas contemporâneas. No entanto, a sua proposta nunca foi modificar a essência dos ingredientes regionais, mas revelar todo o potencial que eles possuem. “O meu estilo é uma cozinha nordestina contemporânea, mas com pé no chão. Eu não quero descaracterizar a comida regional. Quero dar contexto, técnica, valor e espaço para ela ocupar lugares onde muitas vezes disseram que ela não caberia”, explica.
Nesse cenário, a carne de sol ocupa um papel central na trajetória do Chef Beethoven Picuí, uma vez que, muito além de um ingrediente, ela representa a sua própria história e a missão que escolheu seguir. “A carne de sol é o centro dessa história. Ela não é apenas um ingrediente para mim. É território, memória, trabalho e missão. E não só a carne de sol, mas o cuscuz, a macaxeira, a manteiga de garrafa e as receitas da nossa terra, pois todas têm técnica, história, valor cultural e potência de mercado”, assinala.
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EMPREENDEDORISMO, HOSPITALIDADE E GESTÃO
Depois de anos de aprendizado dentro do restaurante da sua família, Picuí iniciou uma nova fase profissional marcada por desafios, mudanças e recomeços. E isso porque, antes de chegar aos grandes projetos atuais, passou por momentos de reconstrução ao trabalhar com eventos, churrascos e food truck, o que foi fundamental para desenvolver a sua atual visão empreendedora.
Posteriormente, como já citado, o Chef criou o Quintal do Picuí, no Recife, empreendimento que considera um divisor de águas em sua trajetória. “O Quintal foi uma etapa muito importante de amadurecimento. Foi uma casa que nos permitiu entender ainda mais a força da experiência, da identidade e da hospitalidade. O Quintal não foi apenas um restaurante. Ele foi um estágio necessário para chegarmos à Vila Carmela by Picuí”, pontua.
Localizada em Juazeiro do Norte (CE), a Vila Carmela representa a visão de hoje em dia do Chef sobre gastronomia. Afinal, mais do que oferecer pratos, o projeto foi pensado para criar uma experiência completa. “A Vila Carmela nasceu com uma visão mais ampla: ser uma casa de hospitalidade, experiência, cultura, serviço e gastronomia”, apresenta Picuí.
Conforme o Chef, o objetivo é fazer com que o cliente se conecte com o ambiente desde o primeiro momento. “É uma casa pensada para receber, emocionar e fazer com que cada pessoa se sinta parte daquele ambiente”, divulga.
A proposta também deu origem a novos formatos de negócio para ele, como a Boutique Carmela, Carmela Express e Carmela Burgers. Além disso, Picuí lidera ainda a Beethoven Picuí Catering, que é voltada para eventos corporativos, sociais, churrascos e experiências de fogo, e o The Beethoven, projeto desenvolvido ao lado dos sócios Ivo e Bruno para criação de produtos, experiências e iniciativas gastronômicas. Assim como, também trabalha com consultorias, treinamentos, desenvolvimento de cardápios e estruturação de operações.
GESTÃO TAMBÉM É GASTRONOMIA
Embora seja reconhecido pelo domínio da brasa e da cozinha de fogo, Picuí pondera que o trabalho de um Chef empreendedor envolve muito mais do que criação de pratos. Afinal, a sua rotina combina cozinha, eventos e desenvolvimento gastronômico com uma série de responsabilidades ligadas à gestão. “A minha rotina é intensa e bem menos glamourosa do que parece”, garante.
No dia a dia, o Chef Beethoven Picuí relata que, além da criação, existe planejamento, controle e tomada de decisões. “Tem criação de prato, fogo, carne, cozinha e evento. Mas, também tem planilha, fornecedor, equipe, compra, ficha técnica, reunião, viagem, montagem, cliente, treinamento, problema de operação e decisão rápida”, ressalta.
Imerso à essa realidade multifacetada, Picuí considera que um prato precisa fazer sentido não apenas no sabor, mas também dentro do negócio. “Eu tenho uma preocupação muito forte em fazer a cozinha conversar com o negócio. Não adianta criar um prato bonito se ele não vende, não dá margem, não tem padrão ou não consegue ser reproduzido pela equipe. Hoje, um Chef que empreende não pode viver apenas dentro da cozinha. Ele precisa entender de gestão, pessoas, comunicação, comportamento do consumidor, marca, processo e resultado”, alerta.
O NORDESTE QUE ATRAVESSA FRONTEIRAS
Nos últimos anos, Picuí também passou a representar a culinária nordestina fora do Brasil. Nesse contexto, a sua relação especialmente com Moçambique começou por meio do Mozambique Barbecue Festival, evento no qual participou em três edições levando churrasco, carne de sol e elementos da cultura brasileira para o continente africano.
Em junho deste ano de 2026, ele retornou ao país para uma nova etapa dessa história, e, além de participar novamente do festival, foi ainda o responsável por comandar um grande São João brasileiro em Maputo. “Em resumo, a proposta foi levar ao público moçambicano uma experiência completa das festas juninas nordestinas, reunindo gastronomia, música, decoração e tradição”, conta.
Para o Chef Beethoven Picuí, esse projeto representou muito mais do que um evento. “Não foi simplesmente montar uma festa junina fora do Brasil. Foi apresentar um pedaço verdadeiro da nossa cultura em outro continente. Foi mostrar que a comida nordestina, a música, a fé, a alegria e o jeito de celebrar do nosso povo têm força para atravessar o oceano e tocar outras pessoas”, enaltece.
Além da experiência gastronômica, o projeto contou também com treinamentos para profissionais locais por meio dos quais Picuí compartilhou técnicas de churrasco, finger foods e preparações brasileiras. “Quando levamos o São João para fora do Brasil, estamos dizendo que a nossa cultura não é pequena. Ela é grande, profunda e capaz de dialogar com o mundo”, comemora.
RECOMEÇOS QUE MOLDARAM A SUA TRAJETÓRIA
Apesar do reconhecimento atual, inclusive fora do Brasil, dos projetos consolidados e da expansão da sua atuação, Picuí avalia que uma das experiências mais importantes de sua carreira aconteceu justamente em um momento de dificuldade.
Segundo ele, antes de alcançar uma nova fase profissional, precisou reconstruir caminhos e encontrar novas formas de continuar trabalhando com gastronomia. E, depois de um período desafiador na vida pessoal e profissional, voltou para a cozinha por meio de eventos de churrasco, food truck e novos projetos até chegar novamente a uma operação própria.
Para o Chef Beethoven Picuí, esse processo trouxe uma das maiores lições da sua trajetória. “Já vivi muitas experiências marcantes, mas uma das mais fortes foi ter a oportunidade de recomeçar. E esse recomeço me ensinou que a gente não precisa ser definido pelo pior momento da vida”, considera.
Cabe ressaltar que foi dessa capacidade de adaptação de Picuí que nasceram os seus novos projetos e uma visão ainda mais ampla sobre a gastronomia. Além disso, a pandemia de Covid-19 também representou um período de grandes mudanças para o Chef, que transformou parte do seu conhecimento em educação digital e criou o curso ‘A Verdadeira Carne de Sol’ para levar técnica e conteúdo para um público maior. “Foi uma forma de continuar trabalhando, ensinar o que eu sabia e ampliar o alcance da carne de sol como técnica e cultura. E o maior aprendizado de tudo isso foi entender que adaptação não é opção. Quem não aprende a mudar, fica para trás. A pandemia de Covid-19 também reforçou a importância de ter mais de uma fonte de receita, construir comunidade, criar produtos escaláveis e não depender de apenas um modelo de negócio”, compartilha.
O LEGADO DE BEETHOVEN PICUÍ
Entre os novos negócios e projetos internacionais de Picuí, tem ainda o lançamento do livro ‘O Sol da Minha Carne‘. A obra, prevista para ser lançada em agosto deste ano, reúne memórias familiares, técnicas e reflexões sobre a história da carne de sol e a sua importância cultural.
Segundo o Chef, trata-se de um projeto pessoal que conecta passado, presente e futuro. “É um livro muito pessoal, sobre memória, técnica, território e a história da carne de sol. Ele reúne a minha família, a minha trajetória e a defesa de uma cozinha nordestina que merece ocupar qualquer mesa do mundo”, divulga.
Além disso, Picuí desvenda que está preparando a retomada da operação do Recanto do Picuí no Recife, cidade que faz parte da sua história profissional e afetiva. Mas, acima dos seus negócios, ele afirma que a sua principal missão e legado sempre será a de fortalecer a gastronomia nordestina. “Eu acredito que a minha maior missão hoje é ajudar a reposicionar a gastronomia nordestina. A carne de sol, o cuscuz, a macaxeira, a manteiga de garrafa e as receitas da nossa terra têm técnica, história, valor cultural e potência de mercado”, endossa.
VISÃO DO MERCADO FOOD SERVICE
Com uma trajetória construída dentro e fora da cozinha, naturalmente, Picuí acompanha, de perto, as últimas transformações do mercado de alimentação fora do lar. Dessa maneira, na avaliação do Chef, o atual food service vive um momento de muitas oportunidades, mas também de maior exigência por parte dos profissionais.
Para ele, o acesso às ferramentas digitais facilitou a divulgação de produtos e marcas, mas trouxe novos desafios para quem precisa manter uma operação saudável. “Nunca foi tão fácil mostrar um produto, criar conteúdo, conversar diretamente com o cliente e testar ideias. Ao mesmo tempo, nunca foi tão difícil manter uma operação saudável”, analisa.
Em relação aos principais desafios do mercado, Picuí destaca custos elevados, margens apertadas, dificuldade de formação de equipes e um consumidor cada vez mais atento. “Os custos hoje em dia são altos, a margem é apertada, a mão de obra é um desafio, o cliente está mais exigente e a concorrência está em todo lugar. Por isso, hoje, não basta cozinhar bem. O profissional precisa saber precificar, comprar, montar ficha técnica, liderar equipe, criar processos, comunicar, vender e entregar experiência”, alerta.
O Chef Beethoven Picuí adiciona que a alimentação deixou de ser apenas uma necessidade e passou a representar identidade, cultura e conexão. “Hoje, comida é identidade, afeto, história, experiência, pertencimento, cultura e até posicionamento de vida. E o cliente não quer apenas comer carne de sol, cuscuz ou macaxeira. Ele quer entender de onde aquilo veio, qual território carrega e por que aquilo é importante”, exemplifica.
DICAS PARA QUEM QUER SER CHEF TRANSFORMADOR DE CULTURA EM NEGÓCIOS
Por fim, Picuí deixa as seguintes dicas para quem quer ser Chef transformador de cultura em negócios assim como ele: “comece pela base. Aprenda a limpar, cortar, organizar, cozinhar arroz, fazer caldo, respeitar produto, trabalhar em equipe e ouvir quem tem mais experiência. Não entre na gastronomia achando que vai virar Chef em poucos meses. Cozinha exige tempo, repetição, humildade e disciplina. Saber cozinhar é indispensável, mas saber transformar cozinha em uma operação saudável é o que permite construir uma carreira longa. Além disso, tenha identidade, mas não tenha pressa de parecer pronto. O profissional forte é aquele que continua aprendendo”, aconselha.
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- Tabata Martins
Uma resposta
Muitoooo obrigado