A Vazpa, empresa pioneira no segmento de alimentos embalados a vácuo e cozidos a vapor, presente no mercado desde 1994, crê que o futuro do setor de food service está diretamente ligado à ampliação do uso de tecnologias agregadas aos alimentos. Segundo dados do Instituto Foodservice Brasil (IFB), o setor vive, atualmente, um bom momento de mercado. De acordo com o levantamento, a área cresceu 31,1% em vendas nominais no comparativo de junho de 2021 e 2022.
Ainda assim, para a produtora de alimentos, o crescimento progressivo e contínuo do food service só será possível com a adoção em larga escala de soluções eficientes que reduzam o desperdício de comida, evitem perda de prazos de validade e o mau armazenamento dos alimentos.

É nesse contexto que os produtos embalados a vácuo e cozidos a vapor têm se destacado cada vez mais no mercado. Atenta às oportunidades e às tendências, a Vapza se prepara para atender a demanda crescente do segmento.
Saiba mais sobre o assunto e a empresa nesta matéria exclusiva da Rede Food Service.
Surgimento e atuação
Fundada nos Campos Grandes do Paraná, há quase 30 anos, a Vapza é pioneira e uma referência na produção de alimentos cozidos a vapor e embalados a vácuo, oferecendo praticidade, rapidez e segurança no preparo de alimentos saudáveis, sem para isso abrir mão do sabor.
Atualmente, a empresa oferece mais de 45 produtos para o varejo e muitos outros para a área de food service, todos fabricados a partir de uma tecnologia de ponta exclusiva, segundo Enrico Milani, CEO da Vapza. No portfólio da produtora, itens como grãos, tubérculos, vegetais, carne seca, frango desfiado, canjica e outros.

O CEO ainda revela que todas as matérias-primas utilizadas pela Vapza são selecionadas e certificadas por uma equipe de técnicos especializados, que aplicam o controle de qualidade dos mantimentos. Todos os produtos comercializados pela empresa são cozidos a vapor dentro da própria embalagem, o que preserva as propriedades nutricionais dos alimentos. “É assim que temos como resultado produtos saborosos, em embalagens de longa vida, sem conservantes e que dispensam refrigeração. Isso garante a segurança alimentar e proporciona praticidade e rapidez para os consumidores”, conta Milani.
Presente nos principais canais de distribuição de varejo e food service do Brasil, a produtora também exporta seus produtos para mais de 13 países. Atestando a qualidade dos alimentos, a empresa possui certificações de qualidade e segurança alimentar nacionais e internacionais, como a BRCGS, além de ter os selos Kosher, Vegan e Orgânico. “Atendemos todos os públicos que buscam comida de verdade”.

A Vapza também é Top Of Mind na categoria Orgânicos pela pesquisa Organis 2019; e líder de vendas na categoria de pratos semi-prontos, em investigação feita pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em 2022.
Oportunidades de mercado
Ciente do crescimento do setor de food service, a Vapza enxerga nos alimentos embalados a vácuo e cozidos a vapor a solução ideal para garantir a continuidade do bom desempenho, já que esses alimentos proporcionam ao mercado um elevado shel life (prazo de validade), segurança alimentar e padronização. “Como os produtos não utilizam conservantes, também é possível adicionai o quesito de saudabilidade ao discurso de venda para os clientes finais”, declara Enrico Milani.

Atualmente, a produtora já é responsável por 46% das vendas de produtos cozidos a vapor e embalados a vácuo para o food service, com mais de 300 clientes nacionais para os quais fornece produtos que vão desde linhas de carnes para coberturas e recheios, atendendo pizzarias, panificadoras e indústrias de alimento; até o fornecimento de vegetais em geral para todos os tipos de restaurantes.
“Nossos produtos não apenas reduzem as etapas de preparo, mas dispensam refrigeração e geram economia de tempo, água, gás, energia elétrica, mão de obra, material de limpeza e utensílios”, comenta o CEO da Vapza, ao explicar alguns dos motivos pelos quais a empresa vem se destacando no mercado.

Segundo ele, a produtora ainda agrega o serviço de consultoria para cardápios e sazonalidade. “Auxiliamos nossos clientes com informações estratégicas para o negócio. Além de todos os atributos intrínsecos aos produtos, desejamos que eles obtenham sempre o melhor aproveitamento e custo-benefício. Por isso temos um setor que direciona a atenção para essa estratégia. Hoje o food service representa uma fatia importante do nosso faturamento com clientes fidelizados”, diz.
Diminuição do desperdício é uma tendência do setor
Enrico Milani observa que, para continuar crescendo, o setor precisa superar alguns desafios, sendo o desperdício de alimentos um dos principais obstáculos enfrentados pelo mercado de food service no Brasil. Corroborando com a observação do CEO, uma pesquisa da Ticket, em parceria com a startup social Comida Invisível, apontou que 61,5% dos restaurantes, lanchonetes e bares geram sobras e restos de comida diariamente. Pré-preparo, perda do prazo de validade e armazenamento realizado de forma incorreta estão entre os motivos citados pelos estabelecimentos para o desperdício.

“Nenhum estabelecimento quer ter perdas e pouca rentabilidade, por isso os produtos embalados a vácuo e cozidos a vapor contribuem diretamente para redução desse fator quando falamos de um shelf life elevado e de porções que podem ser compradas de acordo com a demanda do estabelecimento. Assim, toda iniciativa que consiga frear essa realidade é bem-vinda. E se trouxer economia para os empresários do ramo alimentício, garantindo a qualidade ao cliente final, melhor ainda”, argumenta Milani.
Ações internas e produção consciente
O próprio processo produtivo da Vapza é adaptado para evitar o máximo possível de desperdício. Em 2022, a empresa conquistou a certificação Aterro Zero, o que significa que 100% dos resíduos são destinados à reciclagem, compostagem ou coprocessamento. Por meio de parcerias com as empresa Kapersul – KWM e com a Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Castro (ACMRC), a companhia conseguiu aumentar o percentual dos resíduos que são encaminhados para reciclagem. No acumulado dos primeiros quatro meses de 2022, por exemplo, o percentual ultrapassou os 7%, 3,1 pontos percentuais a mais do que o registrado durante todo o ano de 2021 (3,9%).
Enrico Milani, CEO da empresa, ainda revela que os líquidos descartados pela Vapza passam pela Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), controlada por uma equipe especializada, conforme regulamentação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), e os resíduos orgânicos são encaminhados para o biodigestor da cooperativa Castrolanda, parceira da Vapza, para geração de biogás e biofertilizante.
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Anna Katia Cavalcanti
Jornalista formada em Comunicação Digital, com habilitação em Jornalismo, e pós-graduada em Marketing Digital e Mídias Sociais. Atua como repórter, assessora de imprensa e social media. Tem passagens pelas editorias de Cultura, Cidades e Online do jornal Diario de Pernambuco e acumula participações em projetos editoriais e institucionais.
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