Conheça a rede Borelli, franquia brasileira que reproduz a receita do verdadeiro gelato

Receitas clássicas e exclusivas, genuinamente italianas, compõem o mix de sabores de gelatos da rede, que triplicou o faturamento em 2022 e planeja ter 350 lojas em funcionamento até 2025

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Com quase dez anos de história e DNA italiano em sua produção, os gelatos da marca Borelli já são referência em todo o país. Atualmente, a franquia brasileira possui 70 lojas brasileiras em funcionamento e mais de 30 unidades em fase de implantação, distribuídas em 14 estados brasileiros e no Distrito Federal.  Com um acelerado plano de expansão, a previsão da rede, que teve seu faturamento triplicado em 2022 e cresceu 100% no último ano, é bater a meta das 350 lojas abertas até 2025.

 

Apesar de operar no esquema de franquias e estar em pleno processo de expansão, a Gelato Borelli continua escolhendo criteriosamente, com base em princípios e identificação de valores, os empresários que vão carregar a marca pelo Brasil. E a receita tem dado certo! A rede já é considerada uma das maiores do franchising de gelato do Brasil.

 

Outra característica relevante que garante o sucesso da Borelli é a preocupação constante com a qualidade e com o sabor dos produtos e serviços ofertados, uma vez que a marca conquistou o mercado produzindo gelatos de forma artesanal, com maquinário italiano específico e ingredientes frescos. Na rede Borelli, a produção dos gelatos é diária e a marca se orgulha das suas receitas sem conservantes, produzidas com matérias-primas de fabricação própria.

 

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Surgimento da rede

 

A Gelato Borelli entrou no mercado em 2013 com o objetivo de proporcionar as melhores experiências gastronômicas para o consumidor. O nascimento do negócio está diretamente ligado à paixão de seu fundador pela alta gastronomia italiana e à possibilidade de trazer um pedacinho da Itália ao Brasil, homenageando os autênticos gelados produzidos na Europa.

 

A ideia surgiu quando o ribeirão-pretano Eduardo Borelli realizou uma viagem de férias para a Itália; no roteiro, havia a participação em um curso de fabricação de gelato. Foi após essa experiência repleta de aprendizado, somada ao seu interesse no assunto e à sua visão empreendedora, que fizeram Eduardo decidir investir na ideia de trazer o gelato italiano para Ribeirão Preto. Dando prosseguimento ao projeto, o fundador adquiriu os primeiros maquinários, direto da Itália, e após estudar a fundo o mercado e elaborar a identidade visual da marca, abriu a primeira unidade em 2013.

 

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Jucimar Silva, CEO da Gelato Borelli – Foto: Divulgação – Rede Food Service

 

Com o reconhecimento do público, já no ano seguinte, 2014, foi inaugurada a segunda loja da Borelli, no Ribeirão Shopping, um empreendimento que comprovou a força do projeto. Assim, no mesmo ano, empreendedores começaram a procurar a empresa, dispostos a levar a marca Gelato Borelli para outras cidades, tais como São Carlos, Bauru, Uberaba, Araraquara e São Paulo. Hoje, em plena expansão, a empresa já conta com mais de 100 unidades vendidas, sendo 70 em funcionamento e as demais em fase de implantação. As lojas estão distribuídas em 14 estados brasileiros e no Distrito Federal.

 

“Desde a abertura da primeira loja na cidade de Ribeirão Preto, em São Paulo, a Borelli proporcionou e continua proporcionando para seus clientes o ‘vero gelato’, com produção artesanal em todas as unidades, um padrão da marca que recebe em cada franquia o mesmo maquinário europeu usado nas melhores gelaterias da Itália”, explica Jucimar Silva, CEO da Gelato Borelli.

 

Atuação da rede

 

A Gelato Borelli trabalhou até 2018 apenas com três lojas próprias e algumas unidades licenciadas em cidades no interior de São Paulo e de Minas Gerais. Porém, em 2019, foi elaborada a formatação do processo de franquias da marca. “Com isso, a área de expansão ficou com a responsabilidade de aplicar, estudar o mercado e prospectar novos franqueados para a rede”, conta o CEO da Borelli, ressaltando que a formatação possibilitou que a marca entrasse em um acelerado plano de expansão. “Começamos o ano de 2022 com 35 unidades em funcionamento e finalizamos o ano com 70, o que representa 100% de crescimento em um ano. Esse é um resultado importante. Pensando na consolidação da marca e das projeções futuras, queremos bater a meta de ter 350 lojas em funcionamento até 2025”.

 

Porém, vale ressaltar que a Gelato Borelli escolhe os empresários que vão carregar a marca com base em princípios. “Para se tornar um franqueado, antes de tudo, o mais importante é que o interessado se identifique com a rede e sua proposta. Procuramos manter um padrão de escolha baseado no estudo do perfil do possível franqueado e da proposta apresentada. Nossos parceiros têm que entender o que significa a Cultura Borelli”, afirma Jucimar Silva.

 

Segundo o CEO, apenas com essa premissa uma quantidade significativa de propostas são recusadas. “Nosso objetivo é vender felicidade através do gelato, quando encontramos pessoas com o mesmo propósito, a sinergia é perfeita. Mesmo com o processo rigoroso, já somos a maior rede de franquias de gelatos do Brasil em número de lojas”, comemora.

 

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Foto: Gelato Borelli – Divulgação – Rede Food Service

 

Superada a etapa da identificação, os franqueados passam por diversas reuniões com a equipe para entender a fundo todos os propósitos da marca e para conhecer o plano de franquia da empresa. Em seguida, passam pelo pré-cadastro e, na sequência, pelo treinamento, implantação e, por fim, a inauguração.

 

 

O investimento inicial para aquisição de uma unidade da Gelato Borelli fica em torno de R$ 550 mil. Além disso, há o investimento no maquinário, que é exclusivo da marca, vem direto da Itália e tem o pagamento com parcelamento facilitado. “Os formatos das lojas podem variar, indo desde quiosques em shoppings até lojas de ruas mais conceituadas”, conta o CEO Jucimar Silva.

 

A Gelato Borelli prevê um faturamento mensal médio de R$ 160 mil, com lucratividade estimada de 20% a 25%. Já o payback, segundo Jucimar, fica entre 24 a 36 meses. Vale ressaltar ainda que 80% dos insumos utilizados na franquia são adquiridos diretamente com a Borelli. “O franqueado conta com todo suporte da nossa indústria, que está localizada na cidade de Cravinhos, em São Paulo. Com isso, é possível manter o padrão de qualidade e replicar a experiência sensorial de sabor em todas as lojas”, diz ele.

 

Chegada ao Rio de Janeiro

 

De acordo com o CEO, a chegada da rede no mercado carioca, em dezembro de 2022, foi um marco importante na trajetória de crescimento da Borelli. “Tanto que já estamos caminhando para a inauguração da segunda unidade na capital do Rio de Janeiro”, conta. A ação faz parte do plano de expansão da empresa, relacionado às principais capitais do Brasil. “Queremos consolidar a marca cada vez mais e proporcionar a entrega com excelência dos produtos Borelli. Entrar nesses grandes polos comerciais exige um estudo de mercado detalhado, negociações comerciais e bons operadores. Entendemos que este é o melhor momento do mercado de gelatos no Brasil e estamos apostando nesse movimento. A Gelato Borelli está focada no crescimento”, revela Jucimar Silva.

 

A unidade carioca já em funcionamento possui um amplo ambiente, com áreas interna e externa e carrega toda a essência da marca, com DNA italiano. A ideia do espaço, de acordo com a rede, é promover um ambiente acolhedor e singular, que remeta aos melhores pontos turísticos da Itália, com particularidades e a ambiência da terra natal do produto. Além dos gelatos, a loja oferta cafés e cremes de produção própria.

 

Crescimento acelerado

 

E os planos de expansão não terminam por aí. “Entendemos que o Brasil, um país tropical, possui muitos espaços para o mercado de gelato, em cidades do Norte ao Sul, de Leste a Oeste… Todas elas merecem e vão receber uma franquia Borelli”, projeta.

 

Atualmente, a empresa tem como meta principal a inauguração da 100ª unidade. “Esse é um marco muito importante para a marca, que irá comemorar 10 anos em 2023. A abertura da loja deve acontecer até o mês de abril, acompanhada de uma grande festa e apresentação de novidades”, adianta Jucimar para a Rede Food Service.

 

Conheça a rede Borelli, franquia brasileira que reproduz a receita do verdadeiro gelato
Foto: Gelato Borelli – Divulgação – Rede Food Service

 

Para 2023, a Borelli ainda prevê a participação, pela segunda vez, na ABF Franchising, a maior feira de franquias do mundo; ainda no primeiro semestre, haverá a realização de uma convenção com os franqueados para a apresentação de todas as novidades da marca, e, na segunda metade do ano, um evento de comemoração aos 10 anos de história da rede.

 

Jucimar também revela que nos próximos passos da marca está a expansão das demandas fabris. Um investimento de mais de R$ 10 milhões. “Já estamos trabalhando para expandir a capacidade produtiva da fábrica, deixando a planta fabril mais tecnológica e preparada para atender as demandas das unidades espalhadas pelo Brasil”, explica.

 

“A marca iniciou o último ano com 35 lojas em funcionamento e alcançou o número de 70 unidades em operação no fim de dezembro. Com esse crescimento de 100%, tivemos o faturamento triplicado em 2022”, revela Jucimar Silva. Segundo ele, esse aumento veio abalizado por uma nova era de profissionalização da empresa, novos investimentos, estudo de mercado, assessoria ao franqueado e suporte do time de operações junto à rede.

 

“Com esse crescimento apresentado, enxergamos a necessidade de dobrar a quantidade de funcionários tanto na franqueadora, quanto na fábrica. No geral, tivemos um aumento significativo no quadro de funcionários, de mais de 100%”.

 

Produtos Borelli

 

A marca conquistou o mercado produzindo gelatos de forma artesanal, com maquinário italiano específico e ingredientes frescos. Na rede Borelli, em todas as unidades, a produção é diária e acontece antes da abertura das lojas ao público. “Assim o cliente está sempre consumindo o produto com mais frescor e cremosidade”.

 

O CEO ainda revela que na rede, todos os produtos são desenvolvidos com insumos e ingredientes Premium, sendo que 80% da matéria-prima utilizada na produção são de fabricação própria. “O maior diferencial da marca é que a Borelli é a única no segmento de gelatos que beneficia sua própria matéria-prima. Nossas receitas não contêm conservantes e são elaboradas com frutas, sem adição de coberturas que roubem o sabor original. E não para por aí. As castanhas utilizadas em alguns dos nossos sabores, por exemplo, são selecionadas inteiras, com torra feita por gravidade e moídas por um equipamento específico, da própria indústria. Com isso, otimizamos a extração do sabor das pastas utilizadas no gelato”, explica.

 

Conheça a rede Borelli, franquia brasileira que reproduz a receita do verdadeiro gelato
Foto: Gelato Borelli – Divulgação – Rede Food Service

 

No cardápio da marca, opções clássicas e exclusivas compõem o mix de sabores. De acordo com Jucimar Silva, quando o assunto é sucesso em vendas, alguns dos destaques são os gelatos de pistache, doce de leite, gianduia e chocolate belga. A Borelli ainda conta com opções de sabores zero lactose e sem glúten.

 

“Os cascões utilizados pela rede também são produzidos artesanalmente, todos os dias. E antes de receber o sabor de gelato escolhido, eles ainda podem ser recheados com cremes feitos de pistache e chocolate branco, o Borellito; ou de creme de avelã com cacau, a Borella; ou ainda com creme de avelã e chocolate branco, o Nocciollito”, diz ele.

 

Visão de mercado

 

Para a rede Borelli, o segmento de gelato é bastante promissor e com muitas vertentes para evoluir no Brasil. O CEO da marca ainda cita, para efeitos comparativos, que o Brasil consome em média 4,7 litros de sorvete e gelatos por ano, segundo um levantamento da empresa Daxia. É menos de um terço de países nórdicos, como Finlândia e Noruega. Levando em consideração que o Brasil é um país com temperaturas mais elevadas, a rede acredita que há muitos pontos favoráveis e mais para se explorar nesse mercado, principalmente com um produto leve e mais saudável, como o gelato.

 

“Temos um mercado que ainda está no início aqui no país. O público está entendendo agora a diferença entre o gelato e o sorvete convencional, valorizando a qualidade do primeiro produto. Nós da Borelli, por exemplo, entendemos que a sensação de pertencimento e de identificação com a marca é importante na hora do consumo, e com isso os nossos propósitos ficaram mais claros. Em nossas lojas, buscamos gerar uma ambientação familiar e aconchegante para toda a família”, explica Silva.

 

O CEO ainda conta que, para continuar sólida e em crescimento, a rede busca entender as mudanças que favoreceram o consumo de gelato, surgidas, principalmente, após a pandemia. “Nesse período houve uma maior preocupação com a adoção de um estilo de vida mais saudável, com o bem-estar, com a manutenção do peso… Isso tudo fez com que os consumidores ficassem mais criteriosos com o que comem, buscando saber mais sobre a origem e a fabricação do alimento”, analisa.

 

Nesse cenário, Jucimar enxerga que ainda há muito espaço no mercado brasileiro para o gelato artesanal. “Em convergência com o que o público pede, estamos preparados para proporcionar a melhor experiência de consumo para o cliente. Para isso, contamos com um time de avaliação, investidores e um setor de treinamento. Estamos nos dedicando para garantir qualidade, frescor, sabor e entrega de produtos de ponta”.

 

Já sobre o mercado de franquias, como CEO de uma das maiores franchisings de gelato do Brasil, Jucimar analisa que o setor oferta cada vez mais oportunidades, mas é necessário estudar o mercado e entender a qualidade do serviço ou produtos a serem ofertados. “O processo de franchising demanda expertise e comprometimento pelos aplicadores”, avisa.

 

Contato

Gostou? O canal utilizado pela Gelato Borelli para o atendimento dos possíveis franqueados é o site www.gelatoborelli.com.br/franquia. Nele, há um formulário que pode ser preenchido para que o setor de expansão da marca entre em contato com os interessados.

 

Saiba mais sobre o mercado de Redes e Franquias em outras matérias exclusivas da REDE FOOD SERVICE.

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Anna Katia Cavalcanti
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Jornalista formada em Comunicação Digital, com habilitação em Jornalismo, e pós-graduada em Marketing Digital e Mídias Sociais. Atua como repórter, assessora de imprensa e social media. Tem passagens pelas editorias de Cultura, Cidades e Online do jornal Diario de Pernambuco e acumula participações em projetos editoriais e institucionais.

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