The Coffee investe no melhor do café brasileiro combinado com a pureza e o perfeccionismo do Japão

A rede de cafeteria no estilo TO GO atualmente possui mais de 210 lojas no Brasil, Europa e Colômbia e, em 2023, com novo aporte financeiro, segue focada na expansão nacional e internacional

TheCoffee3
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Com a proposta de revolucionar o modelo de cafeterias no Brasil, em 2017, no Sul do país, nascia a The Coffee, uma franquia de café urbano inspirada por Tokyo, capital do Japão e a cidade com o maior número do mundo de cafeterias TO GO – esquema que oferece serviços de café para quem deseja comprar e consumir no caminho – Com um modelo de negócios compacto, minimalista, tecnológico e que preza pela qualidade dos produtos, o sucesso foi instantâneo.

 

Logo após o seu surgimento, a marca conquistou o público, virou uma franquia nacional e hoje atua também na Europa e Colômbia, com promissores planos de expansão para 2023. Após a conquista recente de um importante aporte financeiro, a marca direciona o foco para o aprimoramento das tecnologias utilizadas em seus processos e no crescimento da franquia no mercado nacional e internacional, com conversas já iniciadas com países como Peru, México, Catar e China.

 

“Todos merecem ter um The Coffee por perto, e por isso estamos trabalhando para levar o projeto para todos os cantos do Brasil e do mundo”, revela Carlos Fertonani, CEO da companhia em entrevista para a Rede Food Service.

 

Ficou curioso para saber mais sobre a empresa? Então acompanhe, a Rede Food Service te conta tudo agora.

 

Nascimento da marca

 

A The Coffee entrou em cena no mercado brasileiro em 2017, na cidade de Curitiba, capital do Paraná, após inúmeras viagens dos irmãos Alexandre, Carlos e Luis Fertonani ao Japão, um país, inclusive, que vem se destacando no cenário mundial de cafés especiais. Entre as idas e vindas, eles perceberam o sucesso e a grande popularidade das cafeterias TO GO. Com isso, os irmãos decidiram trazer ao Brasil essa nova experiência de consumo relacionado ao café.

 

The Coffee investe no melhor do café brasileiro combinado com a pureza e o perfeccionismo do Japão
Foto: The Coffee – Divulgação

 

Com o sucesso, logo após a abertura da primeira loja, a marca se tornou uma rede, ganhando em seguida sua primeira franquia – e segunda loja – também na capital paranaense.

 

“A The Coffee inovou por trazer ao Brasil o conceito de café urbano com inspiração no Japão. Mesmo com o crescimento da rede, nossa meta segue sendo trabalhar com alta qualidade, perfeccionismo, minimalismo e otimização do espaço. A marca, inclusive, funciona em cima de três pilares: café de qualidade, tecnologia e design. Isso constrói uma experiência única entre cliente e empresa”, explica o CEO e fundador da The Coffee, Carlos Fertonani.

 

The Coffee investe no melhor do café brasileiro combinado com a pureza e o perfeccionismo do Japão
Foto: @thecoffee.jp – Reprodução

 

O minimalismo, segundo Carlos, se faz presente na filosofia da empresa em reduzir ao mínimo o emprego de elementos ou recursos. “Na rede, esse conceito está presente em absolutamente tudo. Todos os elementos e processos foram pensados e repensados para proporcionar ao cliente uma experiência perfeita. Do momento da compra ao consumo do produto”.

 

Cardápio

 

O grande trunfo de mercado da The Coffee são os cafés e bebidas autorais. “Além das bebidas serem simplesmente espetaculares, algumas delas foram batizadas com nomes especiais, que as tornam ainda mais exclusivas”, conta Carlos. Segundo ele, por exemplo, o Black Ginger presente no cardápio da rede, ou até mesmo o Pure Black, o espresso da marca, não existem em nenhum outro lugar. “O menu, que traz bebidas quentes e geladas, foi idealizado, criado e desenvolvido por especialistas e baristas renomados. Além disso, estamos em constante processo de melhoria, com novidades e novos produtos”.

 

The Coffee investe no melhor do café brasileiro combinado com a pureza e o perfeccionismo do Japão
Foto: @thecoffee.jp – Reprodução

 

Mas não são apenas bebidas que a The Coffee comercializa. No menu também é possível conferir comidas, sobremesas e gelatos, além de uma linha de produtos próprios da marca.

 

Moderna e utilizando a tecnologia a favor dos processos, a rede atua com um tablet de autoatendimento para o público e ainda com um aplicativo mobile. “Na The Coffee, o cliente faz seu pedido e finaliza o pagamento através de um tablet totalmente intuitivo ou, caso prefira, diretamente pelo app. Tudo isso facilita o pedido e torna a experiência de consumo muito mais dinâmica e moderna”, explica o CEO.

 

Uma rede em expansão

 

Atualmente, a franquia possui 200 lojas em funcionamento no Brasil, dez na Europa e uma na Colômbia. E os planos de expansão não param por aí. Recentemente, a rede recebeu um aporte de US$ 7,5 milhões em sua terceira rodada de investimentos. O montante deve impulsionar o crescimento da The Coffee. “O novo aporte, o terceiro da história da rede, vai ao encontro dos nossos planos de expansão internacional”, explica Carlos Fertonani.

 

The Coffee investe no melhor do café brasileiro combinado com a pureza e o perfeccionismo do Japão
Foto: The Coffee – Divulgação

 

Para o ano de 2023, a meta da empresa é abrir 150 lojas nacionais e internacionais. Segundo o CEO, Peru e México são alguns dos países que já estão em processo de negociação para receber unidades da marca. Catar e China também estão no radar da rede.

 

Carlos ainda explica que, além da expansão, outro foco do aporte é o aprimoramento das tecnologias utilizadas nos processos da The Coffee, como a ampliação da estrutura de torrefação. “Sem falar que a empresa está constantemente lançando novos produtos que visam, sempre, a melhoria da experiência do cliente”, completa.

 

Modelo de negócios

 

A rede opera com lojas próprias e no esquema de franquias. Hoje, aproximadamente 15% das lojas da marca são próprias e as demais seguem sob o comando de franqueados.

 

De acordo com Carlos Fertonani, o investimento inicial para a abertura de uma franquia gira em torno de R$ 200 mil. A variação de valor se dá de acordo com o tipo de loja escolhido, já que as unidades possuem, no mínimo, 12 m². “Temos trabalhado com o prazo de retorno médio de 18 a 27 meses”, conta ele.

Anna Katia Cavalcanti1
Anna Katia Cavalcanti
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Jornalista formada em Comunicação Digital, com habilitação em Jornalismo, e pós-graduada em Marketing Digital e Mídias Sociais. Atua como repórter, assessora de imprensa e social media. Tem passagens pelas editorias de Cultura, Cidades e Online do jornal Diario de Pernambuco e acumula participações em projetos editoriais e institucionais.

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