in

Haru’s: o negócio pioneiro de dadinhos de tapioca congelados que conseguiu crescer 500% em meio à pandemia de Covid-19

Presente em cerca de 2000 pontos de venda em 17 estados brasileiros, marca criada por um economista e um engenheiro de produção conta com a mentoria e investimento do treinador de vôlei Bernadinho

Foto: Divulgação

 

Registro de crescimento de nada menos que 500% no ano de 2020, mesmo em meio ao auge da atual pandemia de Covid-19 e sua respectiva crise social e econômica, em comparação ao mesmo período de 2019 e projeção de faturamento na casa dos R$ 25 milhões até o fim de 2021. Esses são alguns dos números que ilustram bem o sucesso da Haru’s, marca pioneira na fabricação e comercialização de dadinhos de tapioca congelados no Brasil criada pelo economista Bernard Stern, de 27 anos, e o engenheiro de produção Alan Hadid Vaicberg, da mesma idade.

 

Cariocas e solteiros, Stern e Vaicberg são, hoje, sócio-fundadores do negócio, que já está presente em cerca de 2000 mil pontos de venda em 17 estados brasileiros e conta com a mentoria e investimento do treinador de vôlei Bernadinho. “A Haru’s é pioneira no setor de dadinhos de tapioca congelados desde 2017. A excelência dos produtos, o compromisso com a qualidade e o alto padrão em seus processos e operações fortalecem a posição que a empresa ocupa hoje no mercado, permitindo sua atuação em âmbito nacional no setor de congelados”, destaca os sócios-fundadores em entrevista exclusiva à Rede Food Service.

 

Como tudo começou e DNA marcante

 

De acordo com Stern e Vaicberg, a Haru’s, empresa de alimentos genuinamente brasileira, atualmente, é a responsável por democratizar os dadinhos de tapioca e criar a versão do snack no formato congelado no país. No entanto, surgiu “depois de lançarmos o primeiro hot filadélfia congelado do Brasil. O projeto começou em 2017, quando percebemos que, dentre os produtos da culinária japonesa, a invenção brasileira do hot filadélfia era muito consumida no país, mas com a venda restrita a restaurantes japoneses. Assim, eu e Bernard partimos para a criação do produto congelado na caixinha. Pela primeira vez, a culinária japonesa era apresentada de forma prática e acessível nas gôndolas dos mercados. A fórmula foi um sucesso de vendas e, logo depois, a Harus´s lançou o molho teriyaki para acompanhar a iguaria. O hot filadélfia foi o nosso ponto de partida e chegamos à produção mensal de 150 mil peças por mês. Mas, não paramos por aí. Com o DNA de inovação, sentimos a necessidade de levar ao público um produto brasileiro e acessível. E, depois de encontrar a harmonia ideal entre os ingredientes, decidimos qual seria a próxima combinação: os dadinhos de tapioca.  Quando a tapioca caiu no gosto dos brasileiros, grandes chefs entenderam a versatilidade do produto e começaram a incluir em seus cardápios o dadinho de tapioca como algo sofisticado. Nós vimos a oportunidade de levar essa tendência para o público geral no formato congelado e com valor acessível. A ideia é que o produto esteja no cotidiano das pessoas em qualquer ocasião, desde o café da manhã até o happy hour. Nosso sonho grande é levar a muitos o que era exclusividade de poucos, democratizando, assim, a culinária”, relata Vaicberg.

 

Foto: Nelson Saldanha

 

O sócio-fundador divide também que os dadinhos de tapioca congelados da Haru’s “são um produto brasileiro, 100% natural e sem conservantes. A proposta da Haru’s é oferecer aos consumidores alimentos práticos, acessíveis e com qualidade. A empresa se tornou referência no setor de alimentação pela sequência de lançamentos de produtos inovadores. Hoje, as marcas que mais inspiram a Haru’s são Kind Bars, Honest Tea, Reserva e XP Investimentos”, complementa.

 

O produto carro-chefe

 

De forma planejada, hoje em dia, o produto carro-chefe da Haru’s já são os dadinhos de tapioca congelados que, “são para todos, independente do público, e estão disponíveis nos sabores tradicional, calabresa e queijo, cebola e queijo, nas embalagens de 300g e 1kg. O produto é 100% natural, sem glúten, sem conservantes e com 20% de queijo mineiro em sua composição. Oferecemos também a geleia de pimenta e molho teriyaki”, resume Vaicberg.

 

Foto: Nelson Saldanha

 

Estrutura e planos de expansão

 

A Haru’s possui cerca de 60 colaboradores e “grandes varejistas, como Guanabara, Zona Sul, Savegnago e Grupo Pão de Açúcar já comercializam nossos produtos. Além disso, temos o e-commerce, que atende Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Hoje, os dadinhos de tapioca congelados da Haru’s já ultrapassaram as fronteiras e chegaram, inclusive, ao Canadá, em março deste ano. A previsão de crescimento da empresa é de 300% no faturamento até o fim do ano, incluindo o início do processo de exportação, e-commerce e a entrada em novos pontos de vendas no Brasil”, revela Vaicberg.

 

 

Foto: Divulgação

 

Stern, por sua vez, frisa que “o mercado externo conhece e aprecia a tapioca há tempos, mas o nosso formato de apresentação do produto é único e atrai o consumidor, que procura por produtos genuinamente brasileiros, como os dadinhos. Vamos expandir ainda mais com a chegada da Haru’s na Ásia, estreando no mercado japonês”, partilha.

 

 Adaptações frente à pandemia de Covid-19

 

Apesar da obtenção de resultados bastante positivos durante a atual pandemia de Covid-19, os sócios-fundadores da Haru’s alegam que foi preciso sim fazer algumas adaptações no negócio. “A pandemia de Covid-19 foi um elemento catalisador para o crescimento do digital. Com as pessoas mais em casa, de home office, certamente isso facilitou a realização de uma tendência. Porém, percebemos isso muito rapidamente e, no ano de 2020, não poupamos esforços em construir uma sólida e sustentável operação de e-commerce. Com equipe dedicada, decidimos encarar o D2C como uma unidade de negócio dentro de nossa empresa, cujo potencial é inestimável. O digital só se fortaleceu com a pandemia e, desde então, a marca vem investindo nessa tendência. A empresa está se dedicando, cada vez mais, ao e-commerce. Inclusive, a companhia dispõe de uma unidade de negócio dentro da empresa apenas focado nessa estratégia digital”, ressalta.

 

Segredo do sucesso

 

Para Stern e Vaicberg, o segredo do sucesso no atual mercado food service está atrelado a diferentes fatores. “Primeiro, é preciso entender o mercado. Oferecer produto de qualidade, honesto e com bom custo-benefício, além de, principalmente, levar para o consumidor o que ele precisa e não o que a empresa quer. O segredo é atender sempre às necessidades dos clientes com produtos inovadores e de qualidade”, indicam.

 

Foto: Divulgação

 

E aí? Gostaram da experiência de sucesso de Stern e Vaicberg no mercado food service com a Haru’s mesmo em meio às dificuldades da atual pandemia de Covid-19? Então, aproveite, CLIQUE AQUI e confira outra história inspiradora como essa. Afinal, na Rede Food Service é assim. Diariamente, tem novidade sobre o mercado de alimentação fora do lar para você!

Escrito por #molongui-disabled-link

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Carregando…

0

Comentários

0 comentários

Bob’s anuncia que está à procura de novos franqueados em São Paulo

Accademia Gastronomica: conheça a escola de gastronomia em que aprender ser mão na massa sem stress é a prioridade