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Páscoa 2021: o ano em que colocar a mão na massa tem sido a aposta da vez

Pesquisa realizada pela The Insiders revela que a maioria dos brasileiros irá optar pelos chocolates caseiros no lugar dos tradicionais do varejo, o que incentivará ainda mais os microempreendedores do setor de confeitaria

Jessica, Erika, Camila, Fabio e Arachelle. Histórias inspiradoras de 'confeiteiros mão na massa' - Foto: Divulgação

 

Recente pesquisa realizada pela The Insiders, empresa de marketing que conecta marcas a pessoas reais, revela que, apesar do agravamento da crise social e econômica provocado pela segunda onda da atual pandemia de Covid-19 no Brasil, a Páscoa de 2021 deve continuar como uma data que movimenta positivamente o setor food service, em especial os negócios voltados ao segmento da confeitaria.

 

Conforme o estudo, feito por meio de entrevistas com 5.400 pessoas, 68% dos consultados pretendem comprar ovos de Páscoa neste ano e, desses, 72% planejam fazer suas compras online. Além disso, o levantamento aponta que 56% confessaram que irão preferir os chocolates caseiros no lugar das tradicionais do varejo.

 

Joel Amorim, Diretor da The Insiders na América Latina, complementa também que outra relevante informação apurada na mesma pesquisa foi que o marketing com foco em pessoas reais é o que vem impulsionando o setor de confeitaria em 2021, uma vez que 86% dos entrevistados disseram ser diretamente influenciados pela opinião de amigos e parentes na hora de escolher o produto, contra apenas 15% que levam em consideração a opinião dos grandes e famosos influencers que atuam nas mídias sociais. “O comportamento das pessoas mudou e influenciadores reais, com quem se tem uma genuína troca no ambiente online, têm muito peso na decisão dos consumidores, ainda mais em uma data afetiva como a Páscoa. Pensar em pessoas reais para alavancar as campanhas de marketing para esse dia pode ser a chave para o aumento das vendas e do lucro em meio a uma época de crise”, pontua.

 

Durante o mesmo estudo, foi descoberto também que 49% dos respondentes planejam se informar sobre preços e produtos de Páscoa por meio de blogs e redes sociais. “A compra pela Internet já é uma realidade muito forte, principalmente, neste período de pandemia. Apostar em marketing de influência, ainda mais em uma figura real, com que o público se identifique, é com toda certeza uma maneira de atrair compradores e fazer com que as vendas sejam impulsionadas durante o período”, indica Amorim.

 

Páscoa mão na massa

 

Perante esses dados, tudo indica que colocar a mão na massa tem sido a aposta da vez da Páscoa 2021, com destaque para o setor brasileiro de confeitaria. Prova disso são histórias como a de Fábio Bibiano, de 26 anos, natural de Maceió, em Alagoas. Formado em Administração, ele entrou para o mundo da confeitaria há pouco tempo, com o intuito de ajudar um amigo na gestão do seu recém-inaugurado negócio de bolos caseiros. No entanto, o jovem acabou indo para a área criativa do empreendimento ao enxergar uma boa oportunidade no setor de confeitaria. “Entrei no mundo da confeitaria faz, no máximo, um ano. Desde então, venho estudando muito e me aperfeiçoando. Nesse processo, estudei o mercado e recebi de outros profissionais insights de que a Páscoa seria a melhor época para vender do ano. A partir daí, inclinei o meu olhar financeiro para pesquisa e desenvolvimento a fim de entender o que eu conseguiria entregar com meus conhecimentos e cursos feitos até aquele momento. Me surpreendi com o mundo do chocolate e estou apaixonado. Hoje, é o meu lugar preferido”, revela.

 

Fábio Bibiano – Foto: Divulgação

 

Camila Argolo do Vale, de 22 anos e moradora de Camaçari, na Bahia, é outra recente microempreendedora do ramo de alimentação fora do lar que acredita que o setor de confeitaria e a Páscoa, especificamente, é o lugar em que se colocar a mão na massa tem feito a diferença hoje em dia. “Eu sou solteira, não tenho filhos e estudava Psicologia. Mas, por causa da pandemia, precisei trancar meu curso. Assim, trabalho com confeitaria há apenas 7 meses, mas avalio que essa área já tinha o meu coração há muitos anos. Em todas as festas de amigos e escola, por exemplo, eu sempre era a que levava brigadeiros. Sempre amei fazer doces e perceber a sensação das pessoas ao provar meus doces e foi isso que eu decidi trazer para a minha recente empresa. Costumo dizer que não vendo doces, provoco sensações! Acredito que um docinho, por mais simples que pareça ser, é capaz de transformar o dia de alguém. Então, quando decidi empreender na confeitaria, pensei em um nome que fizesse sentido na minha vida como um todo. Assim, juntei meus dois amores Psicologia e Confeitaria e criei a Doçura Terapia. A Páscoa, particularmente, sempre foi minha época preferida do ano. Desde pequena, ficava cheia de expectativas com a chegada da data, com a caça aos ovos. Acho que a data é uma paixão para todos. É uma época muito boa para presenteamos quem amamos, então, nada melhor do que aproveitar essa data para fazer a minha empresa ser conhecida”, afirma.

 

Camila do Vale da ‘Douçura Terapia’ – Foto: Divulgação

 

Como preparação para esta Páscoa, Bibiano, em seu negócio chamado Xêro Confeitaria Criativa, revela que ele e seu sócio escolheram “o caminho de aceleração oferecido pela Cake Co-Lab para ter infraestrutura, equipe de apoio e todo um sistema de vendas e distribuição para atender a demanda da melhor época do ano. No espaço, há cozinha para bolos, doces e uma chocolateria completa que estou utilizando para produzir, enquanto a casa e sua equipe pensam em toda parte de vendas e distribuição. Inserido nesse modelo, sou um artesão, com uma estrutura industrial.  Assim, a Xêro Confeitaria Criativa conta com um menu com nove opções de ovos de Páscoa com valores a partir de R$ 110 reais, além de uma opção vegana com casca de chocolate 63% cacau, recheio de brigadeiro à base de castanha de caju e coberta com nibs de cacau. Além dos ovos, temos ainda barras de chocolate meio amargo e branco Oreo recheadas (R$ 160); trio de miniovos (R$ 75); trufa de brownie R$ 75; e lascas de chocolate (R$ 85). As opções foram pensadas para quem deseja presentear alguém especial ou apenas mandar uma lembrança nesta data que é tão especial. Apesar de ser um momento difícil, sou otimista e tenho boas expectativas. Com a estrutura que a Cake Co-Lab me proporciona e pelas tecnologias que utilizam para falar com o público-alvo, sem contar com o atendimento consultivo e humano que brindam aos nossos clientes e da casa. Assim, acredito que vamos bater a meta de vendas, pois apostar em datas sazonais é uma boa saída para períodos de crise. Porém, exige planejamento e organização, tanto antes para negociar bem a matéria-prima e prever a demanda, quanto depois para não gastar todo o lucro antes do ano acabar, detalha.

 

Ovo de Páscoa da Xêro Confeitaria Criativa – Foto: Divulgação

 

Já Vale, da Doçura Terapia, partilha que “me preparei com bastante antecedência para esta Páscoa. Desde dezembro, eu venho estudando os melhores produtos, os mais pedidos e fazendo testes dos recheios mais populares. Como a data já está se aproximando, já estou fazendo algumas coisas antecipadamente, como armando as caixinhas, preparando sacolas e fabricando as casquinhas de chocolate. O meio digital tem me ajudado muito a alavancar minhas vendas. Então, a estratégia que tenho usado é investir nas minhas mídias sociais e também enviei alguns dos meus produtos para algumas influenciadoras da minha cidade. Como é a minha primeira Páscoa, não quis arriscar muito e preferi optar pelos clássicos ovos de colher. Porém, remodelei alguns dos meus produtos que já fazem parte do meu portfólio e deixei eles com a cara da Páscoa. Meu principal produto é o brigadeiro. Assim, fiz uma caixinha temática para presente e também em um dos produtos mais vendidos, o cone trufado, o transformei em uma cenourinha e meus clientes já estão amando. Minhas expectativas estão muito boas, pois acho que, durante todo este ano, as pessoas foram bem incentivadas a valorizar os pequenos negócios e tem dado prioridade a isso. Tenho certeza de que será uma ótima oportunidade para fazer com que mais pessoas conheçam o meu trabalho, acredita.

 

Caixinha Temática da ‘Doçura Terapia’ – Foto: Divulgação

 

Veteranos, mas devidamente adaptados e otimistas

 

Novos investimentos e otimismo também tem sido a inspiração principal de microempreendedores veteranos do ramo de confeitaria pelo Brasil a fora em relação à Páscoa 2021, como é o caso de
Arachelle da Silva Cavalcante Cunha, de 40 anos, casada e mãe de um casal de filhos. Formada em Gastronomia, Cunha é proprietária do Ateliê Arachelle, localizado em Tambiá, João Pessoa, na Paraíba.  A empresária relata que sua experiência no segmento food service começou em 2016. O Ateliê Arachelle Cunha surgiu nessa época, quando eu cursava o curso de Gastronomia e o criei como complemento de renda e custeio de algumas despesas da faculdade. Hoje em dia, trabalho exclusivamente com a confeitaria e tenho a missão de realizar sonhos. Em 2019, surgiu o interesse em trabalhar com a minha primeira Páscoa. Entretanto, foi tudo muito atropelado, sem planejamento nenhum, mas eu consegui sobreviver, e, ao mesmo tempo, ficar feliz por ter conseguido fazer aquela Páscoa mesmo com tantos percalços. No ano seguinte, veio a pandemia e fiquei com medo, pois era tudo muito novo. Então, resolvi não trabalhar na Páscoa, embora, depois, veio o arrependimento. Este ano, eu coloquei o pé no chão e estou fazendo tudo planejado. Comprei embalagens com antecedência, fiz protótipo para as fotos e lancei o catálogo com 30 dias antes da Páscoa. Como estratégia por causa da pandemia, irei ainda fazer a entrega dos ovos aos meus clientes. No meu portifólio deste ano, estou trabalhando com os ovos de colher, que são os carros chefe da região, e também com os clássicos e trufados. Minha inovação é o ovo brownie, que está sendo meu diferencial, além de um blend de chocolates que desenvolvi para as minhas cascas. A minha expectativa é superar as vendas que não fiz ano passado e bater a meta a qual estabeleci para este ano. Os produtos sazonais como os da Páscoa são uma boa sacada para o aumento de faturamento nesse período, além do aquecimento no mercado”, avalia.

 

Arachelle Cunha do ‘Ateliê Arachelle’ – Foto: Divulgação

 

Jéssica Batista de Queiroz Coelho, de 28 anos, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, é outra veterana em trabalhar com produtos voltados para a Páscoa que tem investido e colocado bastante a mão na massa neste ano. Formada em Gastronomia desde 2013, solteira e sem filhos, ela conta que, desde a conclusão da sua graduação, começou a fazer bolos para a família e, assim, começaram as suas primeiras encomendas. “Na cozinha, eu sempre gostei da área de doces. Em 2014, foi a minha primeira Páscoa. Na época, eu procurei uns cursos para aprender a trabalhar com chocolate e acabei me apaixonando por essa área! Nesta Páscoa 2021, no meio dessa crise, está meio difícil, pois tudo aumentou bastante e os clientes não estão querendo gastar tanto. Por isso, optei em adaptar o meu cardápio, sempre tendo algo mais em conta. Assim, estou trabalhando com 10 sabores de ovos de colher: belga, ninho com nutella, crème brûlée, Kinder, Ferrero, Raffaelo, Oreo, pistache, brownie e morango. Todos os produtos são de alta qualidade e feito com amor. A minha aposta para esta Páscoa é a caixa de ovos de colher no tamanho trio, que é o mais vendido e com os sabores novos que sempre chamam a atenção. Não estou esperando uma Páscoa igual a de 2019, pois nem todo mundo pretende gastar como antigamente. Porém, não posso reclamar, uma vez que já estou com muitas encomendas”, comemora.

 

Jessica Coelho – Foto: Divulgação


Para além do chocolate

 

Para além do chocolate, o produto mais tradicional da Páscoa, a aposta deste ano da microempreendedora Erika Valvezon do Nascimento, de 42 anos, natural de Campinas, mas, atualmente, residente de Sorocaba, no interior de São Paulo, é produzir e vender biscoitos decorados.

 

Erika Valvezon – Foto: Divulgação

 

Formada em Administração, com pós-graduação em Marketing, casada e mãe de um menino de 11 anos, hoje, Valvezon se intitula como “uma empreendedora na área da confeitaria como Cookier”. Porém, garante que as mudanças que a maternidade e a pandemia trouxeram para a sua vida foram os combustíveis necessários para ela colocar a mão na massa e ganhar o mundo da confeitaria, principalmente, desde o final do ano passado. “Com a chegada do meu filho Matheus, em 2009, minha vida sofreu várias mudanças, uma delas foi me desligar da empresa a qual trabalhei cerca de 9 anos, a Ultragaz, pois fomos morar em Curitiba. Em 2010, fiz um curso na Escola de Culinária Golden Gate Dalva de doces finos para casamento, porém, com filho muito pequeno ainda, achei melhor esperar um pouco para dar início ao empreendedorismo. De volta à Campinas, em 2011, fiz vários cursos em diversas áreas, sempre buscando empreender. Assim, montei uma sala de estética na qual estava indo muito bem, até que decidimos morar em Sorocaba por causa do trabalho do meu marido Eduardo, e, junto, veio minha mãe que, hoje, está com 84 anos, morar conosco. Por causa disso, decidi me dedicar à família, aquela fase na qual nos tornamos ‘mãetorista’ (risos). Mas, a minha relação com a confeitaria é antiga. Na época do magistério, por exemplo, eu vendia bombons e ovos de Páscoa, mas não sabia ganhar dinheiro, pois faltava conhecimento e maturidade. Também fazia bolos, docinhos, ganaches, morango do Nordeste. Enfim, tudo o que você possa imaginar. Já na faculdade, o emprego que tinha mal dava para pagá-la, então, eu vendia trufas para poder tirar xerox de material e para ter dinheiro para o transporte. Eu era conhecida como a menina da trufa e vendia muito, mas consegui um estágio na Ultragaz e, então, parei de vender. Enfim, a vontade de empreender com a confeitaria sempre esteve latente comigo. E, com a chegada da pandemia, tudo parou, inclusive, os compromissos do meu filho. No início, eu tinha a expectativa de que logo tudo voltaria ao normal, mas não voltou. Então, aproveitei esse momento para olhar um pouco mais para mim mesma. Queria fazer algo, ocupar a mente e já tinha feito vários cursos nos anos anteriores desde brigadeiro gourmet, brownie e até pipoca gourmet cheguei a vender, foi quando me interessei em fazer um curso sobre biscoitos, pois buscava um produto diferenciado com prazo de validade maior para trabalhar. Assim, eu resolvi fazer outro curso de biscoitos, o de biscoitos decorados, foi quando me apaixonei e senti no coração que esse seria o produto certo. Já em novembro do ano passado, decidi fazer mais um curso, também de biscoitos decorados, pois queria aprender mais técnicas e melhorar o acabamento dos biscoitos. Com isso, resolvi me arriscar e, com o incentivo de uma grande amiga que os biscoitos me deram, Juliana, de Curitiba, montei alguns kits de Natal e foi um sucesso. Dessa forma, optei por continuar em 2021 com os biscoitos e investi em um forno e alguns equipamentos, assim como em um curso de gestão de negócios para profissionalizar o meu negócio. Além dos decorados, criei a linha café com uma receita muito antiga, biscoito goiabinha, receita da Dona Geralda que me traz uma memória afetiva que despertou ainda mais o meu desejo de continuar com os biscoitos. Essa receita é meu carro chefe, quem experimenta não consegue comer um só”, divulga.

 

Biscoitinhos de Páscoa da Erika Valvezon – Foto: Divulgação

 

A empresária revela que sua preparação para a Páscoa 2021 começou em janeiro, “quando já observava que a pandemia estava longe de dar uma trégua. Então, me dediquei a aprender um pouco sobre mídias sociais e tive a ajuda da minha irmã Rayssa, mas percebi que era fundamental entender como funciona o Instagram para manter a página atualizada. Outra dificuldade que percebi foram os aumentos dos insumos e das embalagens devido à escassez gerada pela pandemia, foi quando me surgiu a ideia de fazer parcerias com outros profissionais autônomos. Comecei uma parceria com uma artesã de costura e com os Los Ninja’s, que fazem canecas personalizadas. Com essas parcerias, pude me tranquilizar com relação ao estoque. Acredito que, juntos, somos mais fortes. O meu catálogo da Páscoa 2021 está pronto e, este ano, pretendo oferecer para os meus amigos e clientes uma proposta diferenciada e divertida, em que o cliente tem uma opção diferente do tradicional ovo de Páscoa para presentear. Minha estratégia de marketing está sendo diversificar o catálogo com opções individuais, com combos de biscoitos com caneca e o biscoito no palito de focinho do coelho, com o qual a criança pode fazer várias poses para uma foto, criando uma memória afetiva, além do kit confeiteiro, que é uma forma divertida e lúdica, que permite que as crianças brinquem usando sua criatividade e decorando seus próprios biscoitos. Dessa maneira, pretendo ter um crescimento de 20% no faturamento em relação ao Natal do ano passado. Datas sazonais como a Páscoa são uma ótima opção de trabalho, independente de crises, pois, nessas datas, as pessoas estão mais abertas a consumir produtos. E, com a pandemia, os produtos artesanais ganharam força, pois, além das pessoas estarem valorizando mais esse tipo de produto, elas podem adquiri-lo sem sair de casa, preservando o distanciamento social”, ressalta.

 

Dica mão na massa

 

E aí? Aposto que ficou inspirado (a) com as histórias desses profissionais especializados no ramo da confeitaria até aqui lhe apresentadas, não é mesmo? Então, por fim, nós da Rede Food Service queremos te dar aquela ‘dica mão na massa’ como um especial ‘empurrãozinho’ a também ‘arregaçar as mangas’ e tentar aproveitar as boas expectativas que rondam a Páscoa 2021. Até porque, segundo Andrea Shima, coordenadora do curso de Gastronomia da EAD Unicesumar, é comum que muitas pessoas que não trabalham com gastronomia, geralmente, deem o primeiro passo no ramo justamente na Páscoa.

 

Andrea Shima – Foto: Divulgação

 

Conforme a educadora, ao tentar empreender no ramo da confeitaria voltada para datas especiais, como a Páscoa, “o importante é refletir sobre quais são as habilidades e ferramentas disponíveis. O que você sabe fazer? O que pode ser feito com o que você já tem em casa? Preparar suas próprias receitas é uma maneira de gerar uma fonte de renda ou uma renda extra. Além de ser um incentivo à economia criativa, afinal, você transforma o que você sabe – capital intelectual – em valor econômico e criatividade é capaz de gerar soluções, por exemplo, fazer ovos de chocolate e vender”, aconselha.

 

Escrito por #molongui-disabled-link

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