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Projeto dark kitchen da Divino Fogão é oportunidade para operações de alimentação resgatarem vendas perdidas em decorrência da pandemia

Voltado para empresas e operadores que já tenham experiência e estrutura instalada, modelo requer investimento inicial de apenas R$8 mil

Foto: Getty Images

 

Que 2020 foi um ano de inesperadas mudanças para o mercado food service em decorrência da pandemia de Covid-19 já não é mais uma novidade, não é mesmo? No caso da Divino Fogão, rede de restaurantes “self service” com 176 unidades abertas pelo Brasil, a pandemia virou sinônimo de reinvenção. Uma das iniciativas da marca foi o desenvolvimento do novo modelo de negócio em formato dark kitchen, lançado em outubro do ano passado, e que no início deste ano já conta com três contratos fechados. “O projeto de dark kitchen, criado em meio à pandemia, é focado nas entregas via delivery e em rentabilizar operações, tendo como público-alvo negócios que já atuam no segmento de alimentação, como hotéis, bares, lanchonetes e pizzarias. Em parceria com o Hub de Negócios Guersola Consultoria, o projeto visa ampliar a atuação das entregas em domicílio dos principais itens da Gastronomia da rede. Desde o lançamento, a franquia fechou três contratos e está em fase de prospecção com outras cinco empresas”, revela a assessoria de imprensa da rede.

 

Guarulhos, na Grande São Paulo, Sertãozinho e Jacareí, no interior paulista, são as cidades que irão receber as primeiras cozinhas invisíveis da Divino Fogão. Todas irão começar a operar ainda neste mês de janeiro, por meio da parceria com a Guersola Consultoria, que é a responsável pelos treinamentos que envolvem ficha técnica, análise de custos e gestão do negócio com o objetivo de preparar os novos operadores à cultura da Divino Fogão.

 

Em entrevista à Rede Food Service, Reinado Varela, fundador e Presidente da Divino Fogão, complementou que “este é um modelo de negócio criado durante a pandemia, quando percebemos a possibilidade de ampliar a nossa atuação no delivery e chegar a regiões onde não temos lojas. A criação das dark kitchens com foco em empresas com experiência em alimentação permite ao empresário rentabilizar seu negócio durante os períodos em que a cozinha está ociosa. Até o final de 2021, a rede planeja chegar a 600 unidades de dark kitchen. Para participar do projeto, é necessário um investimento inicial de R$ 8 mil, que é destinado à compra de insumos para produção, embalagem e treinamento”, informa.

 

Na prática

 

Simone Lino é proprietária da empresa Bendita Panela, a primeira licenciada de dark kitchen da Divino Fogão. Conforme a empresária, “com o fechamento do comércio no início da pandemia, comecei a vender marmitex na minha região, localizada na zona Leste de São Paulo. Aqui, é um local que temos diversos shoppings, mas nenhum com alcance para entrega. Então, com a dark kitchen, pude aliar as vendas do meu negócio com os pratos da Divino Fogão. Estou muito otimista com o projeto que, além de permitir aos moradores das proximidades outras opções de cardápio pelo delivery, ajuda a manter a produtividade da cozinha durante o horário de pouca demanda”, partilha.

 

Na prática, todo participante do projeto de dark kitchen da Divino Fogão
se torna um licenciado da marca. Portanto, cabe a própria empresa oferecer a capacitação em gestão de custos, treinamento sobre a elaboração dos pratos e negociação junto aos fornecedores para que eles comprem os insumos com preços diferenciados. Os licenciados também contam com a oferta de uma taxa diferenciada do iFood. “É uma oportunidade para que o proprietário de um estabelecimento ganhe mais com a estrutura existente, além de atuar com uma marca que é considerada uma das melhores das praças de alimentação do país”, destaca Varela.

Escrito por #molongui-disabled-link

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