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Pesquisa aponta que 90% dos brasileiros gostariam de cuidar mais da saúde em 2021

Estudo, realizado pela Hibou, também revela que 83% dos brasileiros já se consideram saudáveis

PesquisaSaude 2021 scaled 1
PesquisaSaude 2021 scaled 1

 

Uma pesquisa realizada Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, apontou que 90% dos brasileiros entrevistados gostariam de cuidar mais da saúde em 2021 para, assim, lidarem melhor  com o stress da nova rotina, o confinamento prolongado e problemas financeiros ocasionados pela atual pandemia de Covid-19. “Como promessa para 2021, 65% pretendem cuidar mais da saúde mental e tempo, 49% vão inserir mais exercícios físicos na rotina, 35% devem priorizar a vida pessoal e familiar, 29% irá valorizar mais o sono e 27% farão apostas em técnicas alternativas de saúde. Apenas para 5% nada irá mudar no ano que se inicia”, detalha a assessoria de imprensa da companhia.

 

O estudo foi feito por meio de entrevistas digitais com mais 1.500 brasileiros com idade a partir de 20 anos, das classes ABCD, sendo 52% casados e 56% mulheres, entre os dias 17 e 18 de dezembro de 2020.

 

Durante as entrevistas, também foi constatado que 83% dos brasileiros já se consideram saudáveis apesar de que, ano passado, foi registrada uma queda de 46% para 35% da prática de atividade física entre os consultados, enquanto os cuidados com alimentação cresceram de 29% para 34% e a adoção de meditação e terapias alternativas de 9% para 12%. Já a parcela da população não engajada em nenhuma atividade voltada a própria saudabilidade aumentou de 39% para 43% no decorrer de 2020.

 

Mudanças de hábitos e aprendizados

 

O mesmo levantamento detectou ainda que os brasileiros, realmente, mudaram seus hábitos desde o início da pandemia, sendo que 53% dos entrevistados aprenderam a ficar mais perto da família, 41% passaram a cozinhar mais por prazer, 38% a se alimentar melhor, 31% fazer algum exercício em casa, 26% treinar habilidades manuais, 25% cuidar mais de si e 20% a colocar a leitura em dia. Além disso, foi apurado que o apoio por meio da fé e religião foi o serviço auxiliar mais procurado com 32% das buscas. No entanto, outras opções de ajuda também se mostraram significativas para o cuidado do corpo e da mente, como a de médicos (20%), nutricionistas (13%), psicólogos (13%), instrutores físicos (12%) e meditação (11%), entre outros.

 

Em entrevista à Rede Food Service, Ligia Mello, sócia da Hibou e responsável pela pesquisa em questão, destacou ainda que a saúde foi o tema principal de 2020, já que o estudo mostrou que o uso de medicamentos aumentou para 1/5 dos brasileiros, sendo que, com o início da pandemia, 20% utilizaram mais remédios, 56% consumiram a mesma quantidade de antes e 24% agora utilizam menos. Os sintomas mais citados para a utilização dos remédios foram: dor de cabeça (67%), dor no corpo (49%) e ansiedade (46%). “Faz sentido, pois a falta de deslocamento nos deixou mais tempo sentados (50%) e, com isso, as dores no corpo aumentaram. Outro exemplo é o peso, que aumentou em função do maior consumo de doces (48%) o que, para a maioria, é uma forma de reduzir a ansiedade. Vale o destaque também para o trabalho de home office por mais de 10 horas por dia, que atingiu a margem de 17%”, explica.

 

Por fim, a empresária avalia que a prática do necessário distanciamento social fez com que os brasileiros voltassem a dar valor aos pontos positivos da qualidade de vida que, até então, estavam esquecidos, mas que devem ser enaltecidos em 2021. “54% agora gostam mais da própria casa, 53% levam mais cuidados aos familiares e amigos, 38% se dedicam à saúde da alma e outros 36% cuidam e se preocupam com o próprio desenvolvimento humano. O olhar se voltou para dentro, com foco em generosidade, cuidado, aconchego, dando menos atenção a superfluidades como o consumo e status de reconhecimento por aquisição”, conclui.

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