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Estudo aponta que a preferência dos brasileiros por alimentos práticos e maior quantidade de refeições realizadas em casa aumentou

Pesquisa divulgada pela ABIMAPI também revela que as massas secas são as mais procuradas atualmente pelos consumidores durante as refeições in home

(Foto: www.abimapi.com.br)

 

Desde o começo da atual pandemia de Covid-19 e a necessidade da prática do home office, os hábitos dos brasileiros mudaram bastante. E, no que diz respeito à alimentação, as adaptações foram ainda mais expressivas.

 

Estudo divulgado recentemente pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), em parceria com a consultoria Kantar WorldPanel, aponta que a preferência dos brasileiros por alimentos práticos e maior quantidade de refeições realizadas em casa aumentou consideravelmente. “Quando comparamos o 1º quadrimestre versus o 2º quadrimestre de 2020, o consumo de alimentos e bebidas dentro do lar cresceu 32%. O café da manhã lidera com aumento de 14%, seguido dos períodos do almoço (12%) e jantar (11%), momento em que as massas se destacam”, informa a assessoria de imprensa da associação.

 

Além disso, foi constatado que, independente da classe social, os brasileiros seguem incrementando ocasiões de consumo in home movidos por hábito, prazer e saudabilidade. “As pessoas estão indo mais à cozinha, porém, o tempo está sendo crucial e os consumidores acabam optando por menus mais simples, com pratos que levam até 20 minutos para o preparo”, detalha a assessoria

 

Perfil do consumidor de massas

 

Também conforme a mesma pesquisa, as massas secas (tradicional, caseira, sêmola, integral, grano duro e com ovos) são as líderes de preferência do mercado, em seguida estão as instantâneas e, na sequência, as frescas (recheadas, que necessitam de refrigeração).

 

Já em relação ao perfil do comprador, o degustador de massas secas e frescas é mais velho que o de instantâneas, tendo 50 anos ou mais para secas e frescas e até 39 para as instantâneas. Entretanto, a grande diferença entre o público dessas duas categorias é o poder aquisitivo, já que as secas são mais consumidas pelas classes D/E e as frescas pelas A/B. As instantâneas ainda têm maior consumo nas classes D/E.

 

Mercado  mundial de massas

 

Dados da ABIMAPI traduzem que, só no 1º quadrimestre deste ano, as massas alimentícias totalizaram um aumento de 9,5% em valor e 3,9% em volume, representando R$ 2,6 bilhões e 331 mil toneladas, com destaque para as instantâneas com um crescimento 12,2% nas vendas e 7,5% em volume (R$ 740 milhões e 45 mil toneladas), respectivamente.

 

Já em relação às exportações, a categoria de massas alimentícias obteve, só 1º semestre de 2020, um crescimento de 243% em valor (USD 12 milhões) e de 395% em volume (14 mil toneladas), se comparado ao mesmo período de 2019. Entre os tipos de massas mais exportadas, está a grano duro, gerando um volume de 11 mil toneladas. Sendo válido ressaltar que El Salvador, Uruguai, Chile e Venezuela se sobressaíram para a conquista desses resultados.

 

Na Rede Food Service é assim. Todos os dias, tem dados estratégicos do mercado de alimentação fora do lar para você.

 

Escrito por #molongui-disabled-link

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