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Grão Espresso: a rede de cafeterias com 250 unidades espalhadas pelo Brasil que começou com dois carrinhos de café

O negócio fundado por Pedro Weinberger em 1992, atende mais de 1,5 milhão de clientes por mês e gera aproximadamente 1.250 empregos diretos

Uma das 13 lojas Grão Espresso inauguradas nos últimos 3 meses. Foto: Divulgação

 

Pequenos carrinhos autossuficientes para comercializar café. Foi assim que a rede de cafeterias Grão Espresso, que, hoje, possui 250 unidades espalhadas pelo Brasil e emprega aproximadamente 1.250 pessoas, nasceu em 1992.

 

De acordo com Pedro Eduardo Weinberger, de 54 anos, Sócio-Diretor da Grão Franchising, a marca “é uma franqueadora do ramo de alimentação, mais especificamente no segmento de cafeteria”, define.

 

O empresário, formado em Administração de Empresas e Economia, relembra que a primeira cafeteria da rede foi aberta no Shopping D, na cidade de São Paulo, capital e, logo depois, já inaugurou a primeira loja franqueada. “A Grão começou mesmo em 1994 e abrimos a franquia em 1995. A ideia foi de fazer um negócio próprio no segmento de café e com foco na prestação de serviço. A Grão tem foco no café e bebida à base de café, mas também oferecemos salgados, doces, sucos e refeições leves dependendo do tamanho da loja”, conta.

 

 

Negócio para todos

 

Para Weinberger, o sucesso da sua rede de franquias está nos seus expressivos diferenciais, incluindo o fato do negócio conseguir atender diferentes tipos de clientes. “O perfil de clientes é bem eclético. No ambiente onde estamos inseridos, conseguimos atender de forma abrangente, pois, ao mesmo tempo, estamos presentes em shoppings, galerias, hospitais, prédios comerciais, rua, etc”, pontua.

 

(Foto:Divulgação)

 

O empresário ressalta também que “a Grão tem como inspiração sempre estar evoluindo para que possamos nos tornar uma referência no nosso segmento. Agilidade, pronto atendimento e um time capacitado é o que mais nos caracteriza”, garante.

 

Investimento inicial

 

Apesar do atual faturamento médio da Grão Espresso ser de R$ 50 mil, sendo que uma loja bem operada trabalha com 15% a 20% de lucro, Weinberger partilha que o investimento inicial para criar e dar o pontapé inicial ao crescimento da empresa por meio de franquias não precisou ser muito alto. “Por se tratar de uma empresa prestadora de serviço, o investimento inicial não foi muito expressivo. O que tivemos que ter foi fôlego para aguentar chegar a um número adequado de franquias para que, dessa forma, a franqueadora começasse a ser rentável. Isso consumiu bastante capital, pois a estrutura sempre precisava estar à frente do número de lojas para que, assim, não deixássemos nunca de prestar um bom serviço”, explica.

 

Sucesso em grupo

 

Kátia Kazuko Kamei, de 47 anos, formada em Engenharia Civil, é uma das franqueadas da Grão Espresso. “Iniciei em 2010. Eu tinha um ponto comercial em frente ao CTO Itaú, em São Paulo, capital, e estava à procura de uma franquia de cafeteria. O que motivou a escolher a Grão Espresso foi a flexibilidade da franquia em relação aos produtos e a qualidade dos produtos. Inicialmente, nós pensamos em investir, continuar trabalhando em empresas privadas e deixar um gerente. Mas, fui mandada embora e fiquei cuidando da loja. Com o tempo, adquirimos mais duas lojas e meu marido saiu para me ajudar. Dois anos depois, adquirimos mais uma loja. Atualmente, tenho quatro lojas, sendo que três ficam no bairro da Mooca e uma no Belenzinho. O negócio vale a pena, desde que seja bem administrado, tenha controle de estoque e perdas. O dono tem que se fazer presente”, conta para a Rede Food Service.

 

Uma das unidades da rede instaladas em ambientes “confinados” como laboratórios e hospitais (Foto: Divulgação)

 

A média de faturamento mensal da empresária “vai de R$ 35 mil a R$ 70 mil. Antes da pandemia, eu empregava 24 pessoas. Agora, estou com 16. Em média, atendemos 3 mil a 4 mil clientes por mês. A vida de empreendedor não é fácil, principalmente, nos dias de hoje, mas quando você tem a parceria com uma marca forte há menos dificuldades. O diferencial da Grão Espresso é a flexibilidade. Como toda franquia, tem os seus padrões, mas alguns pontos há flexibilidade para atender desde uma loja padrão D, como uma loja em hospital. A franquia dá um ótimo suporte inicial e contato frequente com consultora de campo”, avalia.

 

Raphael Henrique Peixoto, de 32, formado em Administração de Empresas também é um dos franqueados da Grão Espresso. “Invisto na franquia da Grão Espresso desde o final de 2017. Sempre desejei investir em franquia e surgiu uma oportunidade com a Grão Espresso. Eu pesquisei bastante sobre o modelo de negócios e me interessei em fazer parte pela solidez e força da marca. Atualmente, possuo doze unidades localizadas em São Paulo e Grande São Paulo. As unidades são todas no modelo confinada, dentro de hospitais, laboratórios, mercado, empresas e prédios comerciais. Eu sempre procurei uma franquia que fosse próxima do franqueado e, desde que comecei a negociar com a Gão Espresso, foi sempre muito esclarecedor e transparente”, sinaliza.

 

(Foto: Divulgação)

 

O franqueado divide ainda que as suas expectativas em relação a investir em lojas da Grão Espresso “sempre foram muito positivas, pois acreditei desde o começo que seria uma ótima parceria de longo prazo e, hoje, tenho total certeza que valeu a pena, haja visto que, em aproximadamente três anos, o crescimento foi bem expressivo. O grande propósito da Grão Espresso é entregar, todos os dias, um café de qualidade e um ótimo atendimento aos nossos clientes”, diz.

 

Conforme o empresário, o seu faturamento como um franqueado da Grão Espresso varia entre R$ 35 mil a R$ 45 mil, empregando 55 pessoas. Além disso, ele frisa que tornar-se dono de lojas Grão Espresso “foi extremamente fácil e transparente. Sempre tive total apoio durante todo o processo. Desde o início, se mostraram parceiros, ministrando treinamento de todos os processos e ajudando na seleção de funcionários, treinamento, montagem da loja e inauguração. No dia a dia, sempre estão presentes, avaliando os processos e ajudando a manter a loja dentro dos padrões e entregando sempre o melhor produto para o cliente”, salienta.

 

Crescendo na crise

 

Apesar da crise gerada pela pandemia, a rede manteve o movimento de crescimento, com a abertura de 13 novas unidades nos últimos 5 meses e mais 7 para inauguração até o final do ano. Os fechamentos decorrentes do processo de quarentena e a consequente retração do mercado, foram de apenas 2 unidades no mesmo período.

 

Nova Unidade da rede inaugurada em Santo André (Foto: Divulgação)

 

Para Pedro o momento é de trabalhar em conjunto com os franqueados, desenvolver novas parcerias e fortalecer o modelo. “Acreditamos ter um modelo de negócio que atende bem as expectativas e as necessidades de quem quer empreender no segmento. A operação é simples, demanda pouca estrutura, pouca mão de obra e o investimento é mais baixo do que a média do mercado”, comenta. “Sairemos fortalecidos deste período difícil pelo qual o mercado passa, pois acreditamos, respeitamos e valorizamos nossos franqueados.” completa.

 

Na Rede Food Service é assim. Sempre trazemos histórias de sucesso sobre negócios de alimentação fora do lar para que, assim, sirvam de inspiração em futuros investimentos em um mercado tão promissor.

Escrito por #molongui-disabled-link

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