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Pesquisa aponta quais são os desejos e sensações mais frequentes do trabalhador brasileiro durante e após a pandemia

Levantamento foi feito pela Ticket e é composto por entrevistas de mais de 4 mil clientes da empresa

Uma pesquisa feita pela Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred, aponta quais são os desejos e as sensações mais frequentes do trabalhador brasileiro durante e após a pandemia de Covid-19. O estudo foi realizado entre os dias 24 e 27 de abril deste ano e é composto por entrevistas de mais de 4 mil clientes da empresa que fazem uso dos benefícios Ticket Restaurante e o Ticket Alimentação.

 

Quais são os desejos?

Conforme os dados levantados pela Ticket, a possibilidade de encontrar com amigos da empresa (21%) ou pessoais (16%) na hora do almoço foram os destaques em relação ao que os trabalhadores brasileiros sentem falta com relação à alimentação fora de casa. Também foram ressaltados a maior diversidade de pratos disponíveis (20%) e a praticidade e rapidez na pausa para se alimentar (19%), além da maior facilidade de manter uma refeição mais equilibrada proporcionada pelos restaurantes (18%). Oportunidades de networking (3%) e a chance de conhecer pessoas novas (3%) foram outros aspectos indicados.

 

Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket, complementa que “para a imensa maioria dos trabalhadores que participaram da pesquisa, comer fora de casa no intervalo do trabalho é um fator importante para a saúde mental. Foram 91% os que relataram sentir falta do relacionamento durante as refeições realizadas fora de casa. Uma refeição saudável inclui um prato de comida balanceado, mas vai muito além disso. Também está relacionada ao impacto psicológico que o momento da refeição tem na vida das pessoas”, avalia.

 

E as sensações?

Também conforme o estudo da Ticket, o trabalhador brasileiro possui sensações negativas em meio a quarentena, pois, aos serem questionados sobre os sentimentos mais presentes nesse momento, as emoções mais relatadas foram preocupação (17%), que podem desfrutar mais a companhia das pessoas com quem moram (10%), medo (9%), esperança (9%), confiança (8%), saudosismo (8%), estresse (6%), tédio (6%), insegurança (6%), otimismo (5%), calma (4%), depressão (3%), solidão (3%), organização (3%), criatividade (2%), coragem (2%).

 

Além disso, foi constatado que o maior sentimento de perda durante a quarentena é justamente aquele relacionado com o convívio com outras pessoas, sendo que “a primeira coisa que os trabalhadores desejam fazer assim que o período de isolamento social acabar é visitar amigos e familiares (26%), recebê-los em casa (17%) ou marcar encontros fora de casa (10%). Os trabalhadores também sentem falta da liberdade para visitar lugares que lhes proporcionem contato com a natureza (como parques, trilhas e cachoeiras), fator destacado por 12% dos entrevistados; ir à academia ou praticar atividades físicas fora de casa (10%), passear no shopping (9%), viajar (9%) ou participar de festas e eventos (5%). A pesquisa também apurou os principais receios dos trabalhadores em relação ao momento atual. Para 25% dos respondentes, a preocupação premente é com relação à possibilidade de agravamento da crise financeira no País, ou ficar afastado do trabalho e ver a renda familiar ser reduzida (11%). O medo de ver a família atingida pela doença também preocupa a 25% dos entrevistados, assim como a possibilidade de enfrentar a morte ou o luto (20%), ou não conseguir atendimento médico (12%)”, detalha a assessoria de imprensa da Ticket.

 

Mudança de perfil e hábitos

O levantamento ainda indica uma mudança de perfil nos hábitos de consumo do trabalhador brasileiro em decorrência da pandemia. Afinal, 67% dos respondentes disseram que pretendem manter a prática de realizar compras por meio de delivery em supermercados, restaurantes e outros estabelecimentos, depois de passado o período de isolamento social. “Essa mudança no perfil de consumo já estava em curso em todo o mundo, mas seu desenvolvimento foi acelerado, em razão dos acontecimentos mais recentes que levaram à necessidade de isolamento social. A pandemia deixou ainda mais evidente o poder da transformação digital, exigindo resiliência e capacidade de adaptação imediata de pessoas físicas e jurídicas. De toda forma, esta é uma mudança que deverá se consolidar no futuro, passada esta crise”, conclui Gomes.

 

Quer saber mais sobre pesquisas relacionadas aos impactos sociais e econômicos decorrentes da pandemia de Covid-19? Então, continue acessando a Rede Food Service, onde, todos os dias, tem uma notícia Saindo do Forno para você.

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